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domingo, 13 de abril de 2008

O problema é que eu te amo

E eu sempre gostei da forma que você acorda, às vezes cedo demais, às vezes tarde demais, adentra a nossa sala de estar, pega o violão e começa a tocar qualquer música que combine com o alvorecer.

Eu sempre gostei do fictício grau Celsius a mais na sua temperatura corporal, da sua forma de contar vantagem e de como isso realmente fazia diferença.

Sempre gostei dos seus passos suaves em direção a geladeira aos pedaços que tínhamos, de como você demorava para escolher o que queria e de sempre chegar a conclusão que aquilo que você tinha fome, não existia.

Sempre gostei dos filmes que você me indicava para assistir nas tardes de domingo, sempre gostei das suas frases soltas de livros que nunca irei ler, sempre gostei da sua voz ritmada que sempre me soava como música, como dor e como desejo.

Mas, o meu maior gostar, derivou-se da forma sutil que você me abraçava, de como você me entregava o mundo em beijos ou de como a sua mão encontrava meu corpo e me fazia sentir viva pela última (ou primeira) vez.

3 comentários:

Angela disse...

acabei de me achar.
e também, ironicamente, de me perder.



não sei se quero te bater, ou te abraçar.

Victória Yey Felton disse...

acabei de me achar.
e também, ironicamente, de me perder. [2]



quero muito ele, vei,

Anônimo disse...

Oi Isa. Eu não posso te dizer quem eu sou. Eu acho que você me odeia, ou no mínimo não gosta de mim, mas definitivamente não ia gostar de saber quem eu sou.

Mas eu, que também não deveria, em tese, gostar de você, sei admitir que você parece ser uma pessoa legal. Seu texto é fantástico, li todos eles, mas este me pegou. Muito bom. Há sentimento transbordando. Embora eu não possa me revelar, quero que saiba, li e gostei muito, Isa. Muito. Não pare de escrever nunca.